sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Cinegrafista homenageado pela Assembléia


Fábio, que recebeu homenagem na  ALE, é morador da região do 4 de Janeiro. Para ele o nosso abraço e que muitos outros prêmios por merecimento possam ser acrescidos a sua vida profissional.

O servidor comissionado Fábio José Vieira Morais (Fábio Só), ocupante do
cargo de Assessor Técnico do Departamento de Comunicação Social, foi
agraciado na manhã desta quarta-fe9ra (12 de dezembro), com a mais alta
honraria concedida pelo Poder Legislativo, a Medalha do Mérito Legislativo,
cujo projeto de decreto legislativo, foi de autoria do deputado Eurípedes Lebrão
(PTN).
A sessão foi presidida pelo deputado Hermínio Coelho (PSD), e contou ainda
com as presenças dos seguintes deputados: Eurípedes Lebrão (PTN), Neodi
Carlos Francisco de Oliveira (PSDC) e Ribamar Araújo (PT).
Em discurso em nome dos civis homenageados, o secretário Legislativo da
ALE, advogado Carlos Monvailler, destacou as qualidade do colega Fábio
Só, como servidor exemplar, digno, presente, dinâmico, autêntico, assíduo,
companheiro, e principalmente, sempre prestativo.
Fábio Só já possui mais de uma década de relevantes serviços prestados
à Assembleia Legislativa. Como jornalista profissional com habilitação em
reportagem cinematográfica, foi designado a partir de sua nomeação para a
função de cinegrafista de plenário e repórter fotográfico.
Com a troca de comando promovida recentemente no Departamento de
Comunicação Social da Assembleia Legislativa, por ato do presidente Hermínio
Coelho, Fábio Só foi convidado pelo novo diretor do Decom para acumular as
funções de cinegrafista e gestor executivo do Decom.

Fonte: ALE/RO - DECOM

O SURGIMENTO DO 4 DE JANEIRO


Sem bairrismos, hoje poderia ser também o dia do aniversário do 4 de Janeiro, afinal é um dia importante para o Estado, que de fato e de direito passou a existir em 4 de Janeiro.

A região que nos anos 80 foi desbravada para que se construísse conjuntos habitacionais  comum s, com casas de dois quartos, sala, cozinha, banheiro e quintal, ganhou o nome de 4 de Janeiro, talvez devido a euforia da criação do Estado Seu destino era abrigar uma massa de migrantes que chegava a Rondônia para  emprestar sua força de trabalho e juventude ao novo eldorado.
 Já tinha Santo Antonio, Marechal Rondon  e 22 de Dezembro, cada um com seu status. O 4 de Janeiro era mais popular, e servia aos funcionários públicos  que não estavam nem no primeiro e nem no escalão, mas que eram importantes para a máquina  administrativa, profissionais liberais em início de carreira e trabalhadores que vieram de longe para atuar na iniciativa privada.
Um  tempo em que  poucos  eram   proprietários de veículos,  a linha de ônibus que ia parcialmente ao conjunto era o Liberdade. Que por sinal demorava muito, mais do que o Interbairros demora hoje em dia.  Se naquele tempo tivesse moto táxi seria maravilhoso.
Para os que não sabem, as correspondências não chegavam ao bairro, tínhamos que retirá-las no balcão dos Correios na Sete de Setembro. Quem achava que tinha uma correspondência  ia lá e manuseava as cartas quem vinham de outras cidades ou regiões. Pra ter mais privacidade era melhor alugar uma caixa postal. “Eu era do tipo que visitava a agência várias vezes ao dia, ansiosa por notícias, sabia até a hora da distribuição nas caixas postais”.
Aquele 4 de Janeiro dividido em etapas ficou para trás. Conforme a vida ia melhorando e as pessoas decidindo que aqui era o seu lugar, teve inicio as reformas dos imóveis. Alguns chegavam mesmo a por abaixo a casa   de conjunto para construir uma nova moradia. A maioria era menos radical, apenas reformava. Na verdade continuava tudo com a mesma cara, porque faltavam profissionais para realização do trabalho, tipo pedreiros, marceneiros, arquitetos, estes nem pensar. Os que tinham estavam muito ocupados em projetos maiores.
O tempo passou, e sem que fosse anunciado previamente, o 4 de Janeiro, que já abrigava dentro de si o Conjunto Nova Caiari – que por sinal também dava nome ao bairro – foi transformado em Aponiã, que por sinal quer    dizer, segundo o Google, “ausência de dor”.

OBS.:
Escrevi de memórias próprias. Pode contestar com a sua visão. 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

CAMILA COSMÉTICOS 12 ANOS ATENDENDO A EXIGÊNCIA DO CONSUMIDOR



A Camila Cosméticos é a pioneira no ramo no   4 de Janeiro.”São doze anos vendendo produtos de beleza e estética para que as pessoas se sintam bem  consigo mesmo”, diz o comerciante Antonio  Paulo Cordeiro.
Antes dos produtos de beleza o espaço era uma mercearia. “Como muita gente já atuava nesse ramo, percebi que havia uma necessidade em produtos para salão e especialmente para as mulheres, foi o primeiro passo”, destaca.  O empresário diz que não se arrepende da mudança. Depois dele, algumas lojas foram instaladas, mas para vencer a concorrência ele busca produtos exclusivos e de marcas mais destacadas.
Este ano em investiu na climatização e para 2013 tem novas idéias para atrair ainda mais clientes. Segundo ele, comércio é uma atividade que requer sempre novidades, por isso a idéia de novos investimentos tem que estar em pauta a  cada ano.
Agora  você já sabe, precisou de shampoo, condicionador, produtos para coloração e descoloração, cremes, ceras depiladoras, maquiagem, esmalte, acetona ou uma simples lixa, o endereço é Camila Cosméticos,   telefone 3225-0352, na Avenida Calama, 6048, do ladinho da Loja de Variedades e Brinquedos.





Cliente recebe atendimento personalizado



                              O proprietário Paulo Cordeiro destaca que este é um bom ramo do comércio

domingo, 16 de dezembro de 2012

DIA DE FOLGA

Amanhã retornamos com mais notícias. Será a vez da Camila Cosmético.
Até amanhã. 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

LOJA POPULAR AGRADA MORADORES DO 4



                          
Inaugurada nesta sexta-feira (14) a loja de utilidades  que oferece produtos a partir de R$1,99 fez o maior sucesso. O estabelecimento foi visitado por muita gente, a maioria senhoras, que aproveitaram a tarde para conhecer as instalações da nova loja.
Dona Gildemar de Souza Silva disse que gostou muito, especialmente da variedade nos plásticos, mas reclamou que os preços dos produtos de alumínio “estão um pouco pesado”, mais caro que nas lojas do Centro, comparou.

                        Dona Gildemar disse que só não gostou dos preços dos produtos de alumínio.

Dona Creusa, que também é comerciante na principal avenida do bairro, destacou que há muito tempo o bairro precisava de um estabelecimento do porte. “Antes agente tinha que ir até o Centro ou deixava de comprar por falta de tempo”.

                       Dona Creusa, que é   comerciante aproveitou para escolher várias peças para casa.



Para dona Veranir Maria, o bairro está sendo valorizado com a instalação de novas lojas. “Que venham mais loja para o 4 de Janeiro trazendo novidades para nós”.

                                       Dona Velanir torce para que mais lojas se instalem no bairro


Na porta o carro de som anuncia que a loja tem quase tudo a partir de R$ 1,99. O dia foi de correria com arrumação de mercadorias, reposição e colocação de preços.  O melhor de tudo é que a loja contratou trabalhadores que moram no bairro e região. 




JUSTIÇA MANDA 300 PRESOS PARA CASA



                                       Manchete do matutino O Estadão do Norte do dia 14 de dezembro.

Agora é oficial. A partir da próxima semana serão 300 presos de bom comportamento transitando nas ruas de Porto Velho. Teoricamente eles precisam retornar dia 27.
A notícia  da  “saidinha” divulgada hoje no Estadão não acalma e nem tranqüiliza, mais esclarece que o chamado indulto de natal só foi oficializado agora. Até então o comentário geral da cidade é que a Justiça tinha liberado muitos detentos, os números pareciam tão precisos que eram dados como 516. Na verdade, alguns  foram soltos após o trabalho que o Tribunal de Justiça realizou nos presídios de Porto Velho, através da Vara de Execuções Penais, quando verificou-se que muitos presos tinham condições de deixar o regime                   fechado e evoluir para  o semi aberto, no qual o preso tem o dia livre para trabalhar  retornar ao final do dia para a casa de detenção para a qual foi designado. O perigo é  que tem os que  esquecem de voltar.
No mesmo período policiais civis paralisaram suas atividades e uma forte onde de violência tem  tomado conta da cidade. O 4 de Janeiro e região tem sido vítima dessa situação, com vários assaltos em estabelecimentos comerciais e residências. 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

MODA FEMININA QUER BRILHAR NA CALAMA

                             Luzia Castro e seu filho, Marcelino Sobral no comando da Lú Fashion
A  loja promete oferecer o melhor para a clientela na moda feminina e infantil, nos acessórios, bolsas e calçados

Dezembro é mês de festa na Av. Calama. Várias lojas estão se instalando no bairro. Quem está acabou de aportar é a Luzia castro que trás a Lú Fashion para o ñº 6087 A.  Luzia já é uma experiente comerciante. Conta que trabalhava em casa, onde atrendia suas clientes, mas resolveu partir para uma loja porque a clientela tem crescido muito.  "Aqui posso ofercer mais conforto".
Moradora do 4 de Janeiro, ela conta que a idéia era abrir mais pra frente, mas o filho Marcelino (20) convenceu a mãe de que era melhor acelerar os projetos, para aproveitar o mês de dezembro.
As roupas são de qualidade e têm preço acessível a todos. Luzia diz que veio pra ficar na Calama e quer conquistar mais clientes, além dos que ela já está trazendo do atendimento em casa. A meta é brilhar na Calama.
O que preocupa a lojista é a fragilidade da segurança oferecida no bairro e em consequência a violência.
- Tem acontecido muitos assaltos por aqui -, preocupa-se ela.
Os telefones da Lú Fashion são:  3225-9253 e 9202-1220.